Arqvs. por autor: rafaela

Candidato ao senado Gustavo Fruet demonstra apoio a Pizzatto

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Campeão mundial de MMA Wanderlei Silva apoia Pizzatto

Após varios anos acompanhando a evoluição do MMA como esporte organizado, e que ajuda a retirar a violência das ruas e cria imenso mercado de trabalho, Pizzatto recebe o apoio de varios atletas como  Wanderlei Silva, Marcelo Zulu, Cristiano Marcello, Bruno Carvalho, Mario Soldado,  etc . O esporte precisa de regulamentação e apoio para os [...]
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A opinião de Luciano Pizzatto para vaga de Deputado Federal‏

Na transição de um país em desenvolvimento para uma grande economia, ainda mantemos diferenças sociais insustentáveis, onde nossa Região ainda não conseguiu encontrar qual é seu modelo de desenvolvimento.
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Série LEI DE CRIMES AMBIENTAIS V – Sem a contrapartida da eficiência do Estado, a Lei não funciona

Luciano Pizzatto 09/08/2005 É lugar comum descrever as dificuldades estruturais e conjunturais do Estado, tanto do Poder Executivo, Legislativo quanto Judiciário, mas, no caso da estrutura da Lei de Crimes Ambientais, as ineficiências crônicas oriundas do Legislativo se somam à falta de vontade política e de barreiras ideológicas das autoridades ambientais. A conseqüência é insegurança no Judiciário que, desconhecendo aspectos técnicos fundamentais, não consegue estruturar e até julgar corretamente a série de normas e hierarquias diferentes em vigor...
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Série LEI DE CRIMES AMBIENTAIS IV – Caçar sem autorização, além de deixar de ser crime inafiançável, também limitou sua tipificação

Luciano Pizzatto 03/08/2005 Generalizou-se no país a frase indevida de que menor seria o crime se, ao matar um passarinho, o infrator fosse surpreendido e atacasse o fiscal. Tal exagero aprofundou o sentimento de erro em tipificar a caça como crime inafiançável, gerando situações inaceitáveis, como o celebre caso do mecânico que ficou preso em Brasília por ter matado um passarinho para comer, e seu filho, sem ter com quem ficar, esperou nas escadarias da delegacia por dias, até que a Justiça encontrou uma solução para o texto tão radical em vigor à época...
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Série LEI DE CRIMES AMBIENTAIS III – Destruir ou danificar dunas e mangues não se estende a outras áreas objeto de especial preservação

Luciano Pizzatto 17/07/2005 Como mostrado no artigo anterior, a Lei 9.605/1998, entre suas omissões ou interpretação equivocada, ao não tipificar genericamente o corte de árvores ou vegetação nativa como crime, além de seguir uma lógica, também procurou não criar mecanismo de aplicação discricionária...
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Série LEI DE CRIMES AMBIENTAIS II – Cortar árvores ou desmatar em áreas sem restrições especificas não é um tipo penal caracterizado na Lei de Crimes Ambientais

Luciano Pizzatto 19/07/2005 Por muito tempo tentei entender porque não encontrei nos textos para consolidar a redação final, tanto na Câmara como no Senado, o tipo penal para o crime de “cortar árvores ou desmatar florestas nativas, sem autorização”, ou algo muito próximo...
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Série LEI DE CRIMES AMBIENTAIS I – Como foi construído o texto final

Luciano Pizzatto 12/07/2005 O texto final da Lei de Crimes Ambientais – Lei 9.605 de 12 de fevereiro de 1998 – foi o resultado de uma longa tramitação no Congresso Nacional, onde o texto aprovado na Câmara sofreu modificações no Senado, e obrigatoriamente retornou à Câmara para consolidar o texto final entre as duas casas de leis, com a limitação nesta etapa do texto final de se poder usar apenas parte ou todo texto dos dois existentes (um da Câmara; outro do Senado)...
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”Araucárias: como deixar uma situação ruim ainda pior!”

Luciano Pizzatto 29 / 10 / 2004 As florestas de araucárias, o Pinheiro do Paraná, uma das duas únicas espécies de coníferas nativas do nosso país, estão novamente na berlinda, com a justa preocupação pela sua drástica redução da cobertura original, que se estendia do Rio Grande do Sul até a transição de Minas Gerais...
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