No Brasil, o voto realmente é seguro. Isso se tornou possível a partir de 1996, quando a Justiça Eleitoral iniciou o processo de informatização do voto, com a urna eletrônica. Naquele ano, 33 milhões de eleitores usaram a “máquina de votar”. Em 2000, todo o Brasil pôde votar por meio eletrônico para eleger prefeitos e vereadores. A urna mostrou-se um sucesso.
A urna eletrônica é inviolável. Todas as informações carregadas nela são identificadas pelas respectivas assinaturas digitais, garantindo a integridade e a inviolabilidade. O conjunto formado por todas as informações gravadas recebe também uma assinatura digital para assegurar a integridade desse conjunto. Há o registro de todas as ocorrências na urna, seja de ordem física e lógica.
Após o encerramento da carga, a urna eletrônica recebe um lacre físico que evidencia a sua autenticidade e proteção contra violação. A urna eletrônica só realiza essas operações em dia e hora predeterminados. Tanto que, se for ligada antes do dia da eleição, é apresentada uma tela solicitando aguardar o dia e hora do início da eleição.
A urna eletrônica, portanto, está absolutamente segura, até mesmo de ataque de hackers, uma vez que não são conectadas em linha telefônica nem em rede de computadores. Durante a transmissão dos Boletins de Urna, os microcomputadores de transmissão são de propriedade exclusiva da Justiça Eleitoral, e somente o juiz tem a senha de acesso. Acessos externos à rede da Justiça Eleitoral são barrados por meio de Firewall.
Nem mesmo os juízes ou técnicos da Justiça Eleitoral têm como saber em que os eleitores votaram. O direito ao sigilo do voto é uma importante conquista – garantida até pela Constituição – e permite que você exerça sua cidadania votando exclusivamente com base na sua consciência.
O voto é seguro
No Brasil, o voto realmente é seguro. Isso se tornou possível a partir de 1996, quando a Justiça Eleitoral iniciou o processo de informatização do voto, com a urna eletrônica. Naquele ano, 33 milhões de eleitores usaram a “máquina de votar”. Em 2000, todo o Brasil pôde votar por meio eletrônico para eleger prefeitos e vereadores. A urna mostrou-se um sucesso.
A urna eletrônica é inviolável. Todas as informações carregadas nela são identificadas pelas respectivas assinaturas digitais, garantindo a integridade e a inviolabilidade. O conjunto formado por todas as informações gravadas recebe também uma assinatura digital para assegurar a integridade desse conjunto. Há o registro de todas as ocorrências na urna, seja de ordem física e lógica.
Após o encerramento da carga, a urna eletrônica recebe um lacre físico que evidencia a sua autenticidade e proteção contra violação. A urna eletrônica só realiza essas operações em dia e hora predeterminados. Tanto que, se for ligada antes do dia da eleição, é apresentada uma tela solicitando aguardar o dia e hora do início da eleição.
A urna eletrônica, portanto, está absolutamente segura, até mesmo de ataque de hackers, uma vez que não são conectadas em linha telefônica nem em rede de computadores. Durante a transmissão dos Boletins de Urna, os microcomputadores de transmissão são de propriedade exclusiva da Justiça Eleitoral, e somente o juiz tem a senha de acesso. Acessos externos à rede da Justiça Eleitoral são barrados por meio de Firewall.
Nem mesmo os juízes ou técnicos da Justiça Eleitoral têm como saber em que os eleitores votaram. O direito ao sigilo do voto é uma importante conquista – garantida até pela Constituição – e permite que você exerça sua cidadania votando exclusivamente com base na sua consciência.